Nova unidade Prophylaxis® no município de Canoas, Rio Grande do Sul.

É com muito prazer que anunciamos a inauguração de mais uma unidade no sul do país, num município situado na região metropolitana que sobressai pela prosperidade e por ser um importante polo industrial. A unidade fica situada no “Shopping Canoas”.

Endereço: Av. Guilherme Schell. nº 6.750/ loja A42 - Centro Canoas

Telefone - (51) 3059-2330

Horário de funcionamento:

De segunda a sábado: Das 10h às 22h.

Domingo: Das 14h às 20h.

Nova vacina de meningite para a África

Março de 2011

A meningite, principalmente a meningite A, acomete constantemente vários países da África que constituem o cinturão africano de meningite.
A OMS estima que 450 milhões de pessoas estão em risco de doença meningocócica A, a principal causa de meningite epidêmica na África. A doença mata milhares a cada ano. Grandes epidemias do sorogrupo A ocorrem a cada 7 a 14 anos e são particularmente devastadoras para crianças e adultos jovens. Nos casos mais graves, o óbito ocorre entre as primeiras 24 e 48 horas do início dos sintomas. Dos que sobrevivem, 10 a 20% têm dano cerebral, perda auditiva ou dificuldade de aprendizado. Em 2009, a epidemia sasonal numa larga faixa da África subsaariana infectou aproximadamente 88.000 pessoas e matou mais de 5.000.
No final de 2010, menos de uma década após a criação do Projeto de Vacina da Meningite (uma parceria entre a OMS e a PATH), as autoridades nacionais de saúde de Burkina Faso, Mali e Nigéria, três dos países mais afetados, estão introduzindo uma nova vacina conjugada meningocócica A – MenAfriVac. A vacina promete dar imunidade de longa duração para crianças a partir de 1 ano de idade, por um preço acessível para a África.

Caso de sarampo em Campinas (SP) alerta sobre a importância da vacinação contra a doença em crianças e adultos

Março de 2011

Um caso de sarampo de um morador de Campinas, de 41 anos, que viajou para Orlando em janeiro, fez a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo chamar atenção para a importância de manter o calendário de vacinação do seu filho em dia. E o seu, caso não tenha tomado a vacina contra a doença.

O alerta é para que as pessoas que vão viajar ao exterior ou a outros estados brasileiros tomem a vacina contra o sarampo, caso não tenham sido imunizadas. Não há motivo para alarde. A ação é apenas preventiva, para evitar que a doença volte a circular no país. A medida vale também tanto para motoristas de táxi, funcionários de hotéis e restaurantes e todos que tenham contato com turistas no Estado, como para os profissionais da saúde e educação. Os principais sintomas da doença são febre e manchas avermelhadas pelo corpo, com ou sem tosse, coriza e conjuntivite.

Vale observar o calendário de vacinação do seu filho. A primeira dose deve ser dada aos 12 meses e a segunda, entre 4 e 6 anos de idade. Para as pessoas entre 7 e 19 anos de idade, é recomendado que recebam 2 doses (com intervalo de 30 dias) e entre 20 e 50 anos, pelo menos uma dose.

A Secretaria reforça, ainda, que casos de sarampo existem em diversos países. No Canadá, Estados Unidos e Argentina houve surtos neste ano. No Brasil, em 2010, foram identificados 68 casos da doença entre o Pará, Rio Grande do Sul e Paraíba.

Fonte: Crescer

Controle de qualidade - Rede Prophylaxis®

A Rede Prophylaxis® estabelece uma metodologia rigorosa para armazenamento, manipulação e emprego das vacinas, exercendo controle cuidadoso de todos os seus serviços e seguindo todas as normas da Organização Mundial de Saúde.

Para que uma vacina não perca sua potência, é indispensável que seja rigorosamente conservada na temperatura recomendada pelo laboratório produtor, podendo algumas ser congeladas, outras não.

Por isso, o pessoal da Rede Prophylaxis® é treinado para garantir que em todas as vacinas sejam respeitados os padrões de controle indicados pelos órgãos de pesquisa, controle e fiscalização sanitária nacionais e internacionais. As unidades ainda estão equipadas com um Manual de Procedimentos, que traz detalhadamente as normas para armazenar e manipular cada vacina, indicando inclusive como agir no caso de uma eventualidade, como por exemplo, uma pane de energia.

A Prophylaxis® garante a qualidade das vacinas que oferece por ter completo acesso e familiariedade com tecnologias específicas de desenvolvimento, manuseio e aplicação de vacinas.

Volta às aulas, atualize o calendário vacinal de seus filhos!

Dica do Ymuni:


Nessa época de voltas às aulas é fundamental que os pais verifiquem se as vacinas de seus filhos estão em dia. Isso garante a saúde deles e dos colegas de classe.

Nos primeiros anos de vida é recomendada uma série de vacinas para a proteção das crianças. Os pais que deixam de vacinar seus filhos expõem não só as crianças, mas também toda a comunidade ao risco de contrair doenças. Por isso é muito importante colocar o calendário vacinal dos seus filhos em dia.

Conforme crescem, as crianças precisam de novas vacinas. A vacina contra a gripe deve ser feita anualmente em crianças de todas as idades. Na adolescência, época de exposição à variadas doenças, devem ser feitas, por exemplo, as vacinas contra a meningite e HPV. Com o passar dos anos, algumas vacinas necessitam de uma dose de reforço.

Se o seu filho estiver com alguma vacina em atraso, procure uma unidade de saúde o mais rápido possível.

Lembre-se que as vacinas são para todas as idades. Portanto, leve seu filho e verifique se você também deve se imunizar contra alguma doença.

Nota técnica do Ministério da Saúde

Nota técnica nº 01/2011 DEVEP e DST/AIDS e Hepatites Virais.

Visando esclarecer as ações de prevenção de doenças infecto contagiosas em situação de desastres naturais, o Ministério da Saúde (MS) informa:


I – Vacinação

A) Hepatite A

A infecção pelo vírus de hepatite A ocorre em todos os países do mundo. O risco dessa infecção tem uma ampla variação entre os países, e dentro de um mesmo país, dependendo da cobertura do saneamento básico, devido às características de sua transmissão.

Em países e áreas onde as condições sanitárias ainda são inadequadas, a infecção pelo vírus da hepatite A é muito comum em crianças, não sendo diagnosticada, na grande maioria dos casos, por apresentar sintomatologia pouco específica e de evolução benigna.

Como essa infecção produz imunidade natural, não é recomendada a utilização da vacina, em programas de imunização, nos países que apresentam essa situação epidemiológica, pois ela não traria um benefício que justificasse sua inclusão.

Com o aumento da cobertura populacional do saneamento básico, a prevalência da infecção pela hepatite A vai sendo reduzida, o que diminui essa imunização natural e passa a justificar a utilização da vacina nos programas nacionais de imunização.

O Brasil encontra-se em uma situação de transição, com o Ministério da Saúde monitorando os dados de prevalência da hepatite A para decidir o momento da inclusão dessa vacina.

Além dessa situação de exposição prévia da maioria da população brasileira, o próprio monitoramento de situações de enchentes em nosso país não tem detectado a ocorrência de surtos de hepatite A.

Assim, as ações de prevenção têm se concentrado naquelas doenças de maior risco.

A vacina contra a Hepatite A está disponível nos 42 Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) estabelecidos nas 27 unidades da federação, com a seguinte indicação de utilização:

  • Hepatopatias crônicas de qualquer etiologia, inclusive portadores do vírus da hepatite C (VHC).
  • Portadores crônicos do Vírus da Hepatite B.
  • Coagulopatias.
  • Crianças menores de 13 anos com HIV/Aids.
  • Adultos com HIV/Aids, co-infectados com vírus da Hepatite B ou da Hepatite C.
  • Doenças de depósito.
  • Fibrose cística.
  • Trissomias.
  • Imunodepressão terapêutica ou por doença imunodepressora.
  • Candidatos a transplante de órgão sólido, cadastrados em programas de transplantes.
  • Transplantados de órgão sólido ou de medula óssea.
  • Doadores de órgão sólido ou de medula óssea, cadastrados em programas de transplantes.
  • Hemoglobinopatias.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) está apoiando as Secretarias Estaduais de Saúde dos estados afetados para que as pessoas das áreas atingidas pelas enchentes e que preenchem esses critérios, recebam a vacina contra a hepatite A, bem como as demais ações de prevenção de doenças que estão em curso.

B) Hepatite B e Dupla tipo adulto (DT)

Em situações de enchentes recomenda-se que seja verificado se todas as pessoas desabrigadas ou desalojadas, profissionais de saúde ou socorristas estão com a vacinação atualizada para Hepatite B, em função da possibilidade de contato com sangue.

A mesma recomendação se aplica para a utilização da vacina Dupla tipo adulto (dT), para evitar casos de tétano.

Cumpre ainda esclarecer que as recomendações do Ministério da Saúde para a utilização de vacinas são permanentemente atualizadas por um Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI), constituído por especialistas de diferentes áreas e que representam sociedades científicas e instituições acadêmicas, tomando por base as evidências científicas disponíveis.


II – Quimioprofilaxia para leptospirose

Qualquer indivíduo que entrou em contato com a água ou lama das enchentes é passivel de se infectar e manifestar sintomas da doença, configurando-se uma situação em que não há indicação técnica para a realização da quimioprofilaxia contra a Leptospirose, como medida de saúde pública. Esta tem indicação apenas quando um grupo pequeno e bem identificado é exposto a uma situação de risco.

Na situação atualmente encontrada nas áreas com ocorrência de enchentes, as medidas a serem adotadas são as seguintes:

1) Divulgar ações de proteção entre a população vulnerável.

2) Manter vigilância ativa para identificação oportuna de casos suspeitos de Leptospirose; tendo em vista que o período de incubação da doença pode ser de 1 a 30 dias (média de 5 a 14 após a exposição).

3) Notificar imediatamente todo caso suspeito da doença, conforme anexo II, da Portaria de notificação compulsória.

4) Realizar tratamento oportuno dos casos suspeitos.

Maiores informações sobre a doença: WWW.saude.gov.br/svs

Mais uma Unidade Prophylaxis® no Sul!

É com grande entusiasmo que a Prophylaxis® inaugura mais uma Unidade em Porto Alegre, desta vez no “Shopping Paseo Zona Sul”.

Venha nos conhecer!

  • Prophylaxis® - POA / Shopping Paseo Zona Sul: Av. Wenceslau Escobar, 1.823 / lj. 26 - Tel: (51) 3348-2330
  • Prophylaxis® - POA / Shopping Total: Av. Cristóvão Colombo, nº 545 / lj. 1.236  - Tel: (51) 3018-8236 

Vacinar mais, viver melhor!

LEPTOSPIROSE: O que é e como prevenir

Leptospirose: o que é?

A Leptospirose é uma doença causada por uma bactéria presente na urina do rato que, normalmente, se espalha pela água suja de enchentes e esgotos.


Como as pessoas se contaminam?

As pessoas podem ficar doentes quando entram em contato com água ou lama contaminada pela urina de roedores (ratazanas, ratos de telhado e camundongos).

A bactéria entra na pele, com ou sem ferimentos, quando em contato com água contaminada.

Alguns cuidados para se prevenir da doença 

Evite o contato com água ou lama de enchentes ou esgotos. Impeça que crianças nadem ou brinquem nestes locais, que podem estar contaminados pela urina dos ratos. 

Após as águas baixarem, será necessário retirar a lama e desinfetar o local (sempre se protegendo).

Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulho e esgoto devem usar botas e luvas de borracha para evitar o contato da pele com água e lama contaminadas (se isto não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés).

Após as águas baixarem será necessário retirar a lama e desinfetar o local (sempre se protegendo). Deve-se lavar pisos, paredes e bancadas, desinfetando com água sanitária, na proporção de 2 xícaras das de chá (400ml) desse produto para um balde de 20 litros de água, deixando agir por 15 minutos. 

Tenha cuidado com os alimentos que tiveram contato com água de enchente. Alguns devem ser jogados fora, outros precisam de tratamento especial nestas situações.

É importante limpar e desinfetar a caixa d’água.


Medidas práticas para evitar a presença de roedores

Manter os alimentos guardados em recipientes bem fechados e à prova de roedores (potes de vidro, latas de alumínio), em locais elevados do solo. Manter a cozinha limpa, sem restos de alimentos para evitar a presença de roedores. Retirar as sobras de alimento ou ração de animais domésticos antes do anoitecer e manter limpos os vasilhames de alimentação, evitando restos alimentares que atraem os roedores. 

Manter os terrenos baldios e as margens de córregos limpos e capinados. Não jogar lixo nesses locais.

Evitar entulhos e acúmulo de objetos nos quintais, como telhas, madeiras e materiais de construção, pois servirão de abrigo ao roedor.

Acondicionar o lixo em sacos plásticos ou em latões de metal com tampa, armazenando-o em locais altos até que seja coletado. 

Colocar o lixo pouco antes da coleta realizada pelo Serviço de Limpeza Urbana. 

Fechar buracos e vãos nas paredes e rodapés para evitar a entrada de roedores nas casas. Manter ralos e vasos sanitários tampados com tampa pesada. 


ATENÇÃO:

Se, apesar dessas orientações, você apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo até 40 dias depois de ter entrado em contato com as águas da enchente ou do esgoto, procure imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. Não se esqueça de contar ao médico o seu contato com água ou lama de enchente. 

Fonte: Portal da Saúde